Reserva de emergência: como construir a sua

Reserva de emergência: como construir a sua | Cofre de porquinho com um curativo no rosto.

Você já se encontrou sem saber como irá pagar uma conta? Imprevistos acontecem com todos, e nosso herói contra eles é uma boa reserva de emergência.

Se você não sabe o que é ou como funciona uma reserva de emergência, veio ao lugar certo. Nesta publicação,  reunimos todas as informações necessárias para você criar uma reserva digna de respeito.

A reserva de emergência é uma ferramenta importantíssima para a nossa vida financeira. Ela consiste em uma quantia de dinheiro acumulada ao longo do tempo, que ajuda a cobrir despesas inesperadas, como manutenções, reformas e acidentes.

Quando não possuímos uma reserva estruturada, ficamos à mercê de possíveis endividamentos. Ou seja, ela permite alcançar uma maior segurança financeira e autossuficiência.

Como o próprio nome sugere, uma reserva de emergência tem como objetivo nos proteger contra despesas inesperadas ou imprevistas, frequentemente causadas por emergências. Ela nos permite resolver tais problemas sem a necessidade de recorrermos a empréstimos ou outras formas de crédito.

Então, se, por exemplo, os seus óculos de grau quebrarem ou você precisar comprar remédios, não é preciso entrar em desespero. Você se preparou para situações como essa e, portanto, pode lidar com esses problemas com tranquilidade.

Além disso, o processo de construir uma reserva de emergência nos ensina a poupar dinheiro suficiente para, por exemplo, começar a investir e incorporar um novo planejamento financeiro em nossas vidas.

Essa é uma pergunta crucial que vale a pena se pensar. O ideal é ter uma reserva que cubra de 6 a 12 meses dos seus custos fixos. Para calcular o valor exato, você precisa fazer um planejamento financeiro que detalhe seus gastos fixos.

Vamos à um exemplo prático: imagine que você ganhe 10 mil reais por mês e gasta mensalmente 2,5 mil reais em despesas domésticas, 1,3 mil reais em alimentação, 700 reais em transporte e 500 reais em saúde e lazer. Resumindo, você tem 5 mil reais de custos fixos mensais.

Portanto, levando em conta que sua reserva de emergência deve cobrir de 6 a 12 meses desses custos fixos, conforme o exemplo, você deve ter uma reserva entre 30 mil e 60 mil reais.

Agora que você já determinou o montante necessário para a sua reserva de emergência, ou seja, estabeleceu uma meta, deve traçar um plano de ação para atingi-la. A forma mais comum de fazer isso é poupando e investindo. Mas vamos por partes.

Quando falamos em poupar, não nos referimos simplesmente a guardar o troco que sobra após as compras em um cofrinho. Estamos falando de destinar uma fatia da sua renda especificamente para isso, um valor fixo. Para isso, recomendamos a regra 50 30 20.

Seja para montar uma reserva de emergência ou para juntar dinheiro para uma viagem, a regra 50 30 20 é uma ótima técnica para poupar dinheiro. Ela consiste em você utilizar uma porcentagem específica da sua renda para cada coisa. Sendo assim:

  • 50% da renda para gastos fixos;
  • 30% da renda para gastos variáveis;
  • 20% da renda para poupar.

Utilizando o exemplo anterior de como calcular sua reserva de emergência, você pode distribuir assim: 5 mil reais para despesas fixas, 3 mil reais para despesas variáveis e 2 mil reais para poupar.

Embora a regra 50 30 20 possa parecer uma maravilha em teoria, a cultura brasileira, que muitas vezes não valoriza a educação financeira, pode tornar sua aplicação prática um desafio.

Pensando nisso, ressaltamos a importância de um planejamento financeiro. Através dele, é possível ter em mente quais são os seus gastos fixos e variáveis, além de identificar opções viáveis para adequar a sua renda à regra 50 30 20. Ou seja, avaliar se será necessário aumentar a renda ou se é possível reduzir gastos. E, ainda, como fazer isso.

Ok, já sabemos para que serve, quanto precisamos e como poupar o suficiente para montar uma reserva de emergência. Mas o que faremos com todo esse dinheiro?

Se você pensa em manter esse dinheiro em casa, sob o colchão, parado na conta corrente ou até em uma poupança, saiba que essa não é a melhor ideia. O motivo? Seu dinheiro estará perdendo valor ao longo do tempo.

Isso mesmo, a inflação faz com que aqueles 100 reais de alguns anos atrás não possuam mais o mesmo valor ou poder de compra que 100 reais hoje em dia. Da mesma forma, esses 100 reais não terão o mesmo poder de compra daqui a alguns anos. Portanto, a melhor alternativa para a reserva de emergência é investir.

Para escolher a melhor opção de investimento, é necessário considerar alguns aspectos:

  • Rentabilidade;
  • Liquidez;
  • Segurança.

Rentabilidade: é importante escolher um ativo que possua uma rentabilidade acima da inflação. Ou seja, ativos que possuam uma rentabilidade acima do principal índice de inflação brasileiro, o IPCA.

Liquidez: considerando que estamos falando de uma reserva de emergência, é fundamental que o valor investido esteja acessível e possua alta liquidez, ou seja, que possa ser rapidamente disponibilizado.

Segurança: uma reserva de emergência deve ser aplicada em ativos com baixo ou nenhum risco, garantindo a segurança para o momento em que for necessária.

Escolher o ativo certo para a sua reserva de emergência pode parecer complicado inicialmente. Mas, com a Delta Investor, você não precisa se preocupar com isso. Somos uma empresa digital de assessoria de investimentos dedicada a transformar a experiência de investir para melhorar a vida das pessoas.

Investir não precisa ser complicado. Nossa missão é auxiliar nossos clientes na tomada das melhores decisões relacionadas aos seus investimentos, alinhadas de forma precisa com seus objetivos e perfil de investidor.

Portanto, além de ajudar com a sua reserva de emergência, nossos assessores estão prontos para auxiliá-lo a manter seus investimentos seguros e rentáveis pelo tempo necessário. Abra uma conta na Delta Investor hoje mesmo e obtenha acesso a uma assessoria gratuita para seus investimentos.

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